Outra coisa que o artigo revela é que elas têm sido peça-chave nos esforços pela continuidade da indústria do vestuário americana – dados informam que 95% das peças compradas nos EUA eram produzidas no país em 1965, contra atuais 5%! “Realmente acredito na nossa capacidade de criar aqui e utilizar profissionais daqui. (…) Nosso principal problema é que uma parte do maquinário já não existe, então uma parcela dos tricôs é produzida na Itália. Mas seja em vestuário ou em carros, acredito na produção mais perto de casa quanto possível”, Ashley declara, revelando consciência – além do estímulo da indústria local, esse pensamento desestimula gastos e poluentes com o transporte dos produtos.
A The Row é parte da empresa delas, a Dualstar Entertainment Group, na qual elas ocupam o posto de CEOs. A grife surgiu em 2006 quando Ashley não conseguia achar a “camiseta branca perfeita”. Acabou fazendo-a ela mesma, e surgiu uma 1ª coleção formada por camisetas de jérsei e leggings de malha. Daí pra suéteres de cashmere e leggings de couro, à minimalismo de luxo, não demorou tanto. A maior parte das consumidoras têm de 35 a 45 anos e compra na Barneys ou em butiques pequenas. As vendas são estimadas entre US$ 10 e 12 milhões por ano. Elas não pretendem parar: querem ser “a” marca de luxo americana produzida nos EUA. Alguém duvida que as gêmeas vão conseguir?
Aiiiiiiii, como eu amo essas lindas! Adorei Franzita! ;*
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